terça-feira, 10 de julho de 2012

''— Eu tenho medo de ferir o coração de alguém.
 — Por quê? — Suspirou .
— Porque eu sei como dói.'' 

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Inadiável.

Era pra ser o dia perfeito. Estava tudo certo. O clima estava bom, o café da manhã hiper impecável e os sorrisos estavam me sufocando. É, eu estava feliz. Fui a igreja, recebi uns 15 abraços, e todos eles por um único propósito, meu aniversário. 
Notei o clima de mistério me cercando, más, optei finjir não estar vendo, afinal, era pra ser uma surpresa. Pausei. A ansiedade e a vontade de ter em vista o que aconteceria estava no controle, más, mesmo assim, sinto que fui uma ótima atriz, e nenhum dos meus atos mostraram quão ansiosa eu estava.
Realmente, foi uma mega surpresa. Toda a família reunida, muitas palavras que mereciam sorrisos e agradecimentos eternos. Músicas, mensagens, amigos e até, um teatro. É, me imitaram bem, no quisito "Karol chata", no entanto, tudo bem, me fez rir, é o que importa. Me desmanchei em lágrimas (pra variar), más, os sorrisos eram incontroláveis. 
Terminou. Fiz os agradecimentos como uma bela anfitriã. Abracei quem proporcionou  meus mais sinceros sorrisos. Más, esse não foi o fim. Quem derá que fosse! 
Fiquei boquiaberta. Ele deveria estar lá. Puxa! Como assim deveria? Já era algo planejado? Programado? Marcado? Más porque faltou? (Queria mesmo todas as respostas para essas perguntas.. más não as tive). 
 Sabe, doeu notar que pra ele não foi um compromisso inadiável. Foi como um dia qualquer, na lista dos 365 dias do ano... Más, que beleza!  Agora sim, todo o sentimento, acabou.



quarta-feira, 16 de maio de 2012

Micro distância

Foi estranho precisar te olhar daquela maneira, más, foi confortante notar a fortaleza  criada dentro de mim. Confesso que as mãos tremeram um pouco, os pés, já naõ eram suficientes para controlar todo o peso do corpo, más, fui firme! Fiquei longe, dei um sorrisinho de leve, só pra não perder o costume,  e me desviei daquele ser que sempre me causou sentimentos tão bons. É provavel que ele tenha achado que meus pensamentos estivessem longes dele e que meus olhos pouco o seguiam naquele local, más, ele foi literalmente desapontado.. Sim, eu tentei não focar somente nele, más, a verdade é que,   pouco estava me importando com as coisas que estavam acontecendo ao redor. Não me importei em saber o horário, nem tão pouco sobre o clima naquele momento. Apesar da distancia entre nós dois (o que eram apenas algumas cadeiras a mais),  eu não conseguia focar em outra coisa. Meu pensamento só o chamava, e chamava.. Más, o que fazer quando o egoísmo e a falta de respostas me moviam? O que eu poderia fazer, se nem mesmo sabia onde ele guardou tudo o que dizia sentir por mim? Ou se ainda havia a possibilidade de existir algo pregado no coração, que o motivava a não desistir de tudo o que prometiamos e que diziamos um para o outro.. Como saber? Como agir? O que falar? Será que apenas um 'oi' não bastava?  Pra ser sincera, bastou sim, foi o suficiente, não apenas o 'oi', más o sorriso que o acompanhou.
 É, preciso de respostas...

domingo, 4 de março de 2012

Mais convencional

O sono excessivo foi desculpa por não ter aparecido , e o compromisso inadiável foi desculpa pra não deixar você vim mim ver. Não é que sua companhia mim incomode ou que eu não queira ver esse teu rosto na minha frente , ou é. Más é que agora , mesmo sem você se quer imaginar muita coisa mudou. Não conversamos mais sobre "nós" nem saímos a francesa de uma festa na praça que adotaram com o nome de 'nova' só para ficarmos sozinhos olhando um no olho do outro. Você já não mim pergunta mais se está tudo bem naquele tom de preocupação , nem mim liga com aquela voz de quem está morto de saudades.  Seus passos já não seguem em direção ao caminho da minha casa, e o teu telefone a tempos não sente teus dedos digitando o numero do meu celular. O que mais mim deixa incomodada com isso tudo não é a tua falta de disponibilidade pra mim , más sim sua cara de pau depois de duas longas semanas aparecendo na minha frente como se não houvesse acontecido nada. Você sorri para mim , e tenta até encostar teus lábios nos meus , más o meu coração fica de lado e a razão consegue dominar a situação e eu automaticamente mim distancio dos teus lábios como alguém que foge de uma doença hereditária. As vezes até mim pergunto o por que dessa tua indecisão , e não consigo chegar a uma conclusão exata. Contudo, você não enxerga o mal que está mim causando , não percebe que o meu coração está em pedaços , e que existe uma dor na qual não consigo mim livrar desde o dia em que você passou a não demonstrar tanto sentimentos por mim , pelo menos não sentimentos bons. Se é que você já não quer mim ter nos teus braços te olhando nos olhos e dizendo coisas boas em teus ouvidos por que simplesmente não toma uma atitude e mim diz que não dá mais ? Seria mais convencional se você agisse ao menos uma vez como alguém que mim ama de verdade e se afastasse de uma só vez e não voltasse mais. Não é justo que você fique preso a mim só porque tua família acha que eu sou a mulher exata pra você , e também não é justo pra mim que eu fique totalmente enfeitiçada por teus olhares quando na verdade tudo não passa de uma mera ilusão.

sexta-feira, 2 de março de 2012

Um brinde aos melhores amigos!

"Que tal jogar fora uma história de longos dias? Ou melhor, passar uma borracha definitiva sobre ela. Não, talvez seja mais sensato retirar de vez essas estúpidas virgulas e expôr um imenso e definitivo ponto final." Falam isso como se fosse fácil. Ok, não é difícil notar que para os outros, o problema alheio é sempre fácil de se corrigir, tem sempre aquela solução imediata, ainda mais quando se trata de sentimentos, todos dizem: 'Esquece ele(a), você não está vendo que isso é uma furada? Não enxerga que esse sentimento não é recíproco? Ele(a) não te merece! Saí dessa, eu vou estar aqui pra te apoiar.." Sabe, o último ponto é crucial, todos dizem que irão liberar energias positivas  e que irão passar uma força pra você, dizem que te darão coragem, que estarão contigo pra te enxugar as lágrimas, pra te fazer sorrir, te fazer esquecer todo o passado, más olha só, depois que você se desamarra daquela rotina, do cotiadiano, quando você tenta desapegar daquele(a) com quem passou momentos incriveis, bons, ruins, normais.. os que diziam estar sempre 'presente' simplismente desaparecem.. esquisito? Estranho? Tenso? Não, já era de se esperar. É isso que os 'fofoqueiros' e os 'Conselheiros' de vidas alheias, fazem sempre. Demosntram forças sem medidas, pra depois.. Más sabe? O melhor de tudo isso é somente uma coisa, é que mesmo sem querer, tú começa a enxergar quem são os verdadeiros, os que estão sempre dispostos a tudo, inclusive a se calar e somente te abraçar, quando uma tremenda dúvida está em sua cabeça. Más sabe porque eles simplismente te abraçam? É que as vezes um abraço é mais confortante e o silêncio muito mais bem vindo, que qualquer palavras soltas ditas, simplismente para confundir a cabeça e acrescentar o sofrimento. Um brinde aos melhores amigos!

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Medo

Quem nunca se afastou de alguém com medo de se apegar não sabe do que estou falando. É. Aquele medo de se apaixonar logo no começo. Logo depois de sair de um relacionamento totalmente perturbador. Aquele medo de ir dormir pensando e acordar lembrando. Medo de se apaixonar por alguém que possa não valer a pena. Medo de sofrer novamente. Medo de arriscar e se frustrar no final. Aquele medo de receber um SMS de ‘boa-noite’ e rir sozinha. É, aquele medo de sentir falta e medo de confessar: estou apaixonada.

O abraço

Foi definitivo e aquele abraço celava o fim de uma aproximidade absurda. Ele iria morar distante. Ela, não sabia como lidar com a situação. Ela não queria precisar se afastar, nem que ele se afastasse. Porém, ele precisava ir, a universidade o chamava. Podia até ser que ela tenha sido radical e um pouco incompreensiva, quem sabe tenha tido uma dose de orgulho e egoísmo, más, na verdade, era carinho, era amizade, era querer perto, não ver distante, ter próximo. E isso o deixava sem querer seguir em direção ao aeroporto, o fez criar um imenso nó na garganta e em uma velocidade luz seus olhos logo mudaram o tom,  brilhavam mais, e aguas escorriam por eles. De repente, ela também estava se desmanchando em lágrimas, até tentou fingir força, más, não deu. Ela o puxou e o abraçou com tanta, más com tanta força e intensidade, que eles se tornaram o centro das atenções daquela sala. Logo, eles notaram que algumas pessoas não evitavam os olhares, outros até se emocionavam, talvez por pensar que eles se amavam a tal ponto que não queriam se desgrudar mais. No entanto, aquilo era só uma forma deles demonstrarem um para o outro o quanto a saudade seria incomoda, e que o tempo, apesar de pouco, seria como uma eternidade. Eles conseguiram sair daquele abraço. Ela enxugou as lágrimas do seu rosto. Ele fez o mesmo com ela. Ele a olhou  e sorriu. Ela tentou forjar um sorriso. Ele caminhou em direção a escada que o levaria até o avião que iria embarcar, e ao chegar no ultimo degrau daquela "maldita" escada  ele acenou. Ela sorriu, e mesmo sem que ele percebesse, ela perdeu o chão, ficou meia sem saber como voltar para o carro e seguir a vida sem aquele que sempre esteve presente no dia a dia dela. Más ele se foi, ela se foi, e todos aguardam a volta um do outro com uma ansiedade e com uma expectativa tremenda e absurda. Afinal, ter longe um grande amigo, nunca será fácil pra ninguém.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Turbilhão de sensações

Uma bela de uma surpresa é eu estar aqui de volta, com essas palavras de alguém que não sente o menor medo de dizer o que sente ou o que pensa. Estranhíssimo rêver os posts anteriores e lembrar o quanto idiota e fictícia eu era em 2011, vivia de útopia, se não desperto dessas boberas, diria até que monstros, papai noel, vampiros, e até a cuca existem. Más é isso, dei um passo adiante, completei meu tão esperado 17, de repente acho que amadureci,  joguei uma pedra em cima daqueles medos que me cercavam, passei a ver o mundo, as pessoas, os amigos, a família, e até aqueles velhos romances de uma adolescênte boba, de uma maneira diferente. Não que eu tenha mudado tudo, não, não mesmo. Continuo sendo a Karol de antes, a chata que ama enxer o saco dos amigos,  que ama rir de bobera, que ainda consegue se divertir em meio a um clima tenso, que ver um filme 1245 vezes só porque o mocinho diz coisas lindas pra a dama, continua chorando por bobera, gritando e pulando de alegria, e acima de tudo, continua tendo a mesma fé de sempre. É, só dei uma alterada nos que estavam me cercando. Não que eu tenha esquecido os velhos e bons amigos (isso nunca!), eu só fiz uma lista dos melhores, daqueles que realmente se importam de verdade, e priorizei mais, coloquei no topo, sem medos ou receios. Joguei pela janela uma história que vivia tendo vírgulas demais, coloquei um ponto definitivo de fim nela. Encontrei novos sorrisos, abraços, novas histórias, novas piadas, novos sms, enfim, encontrei aquilo que de alguma forma está me fazendo bem nesse exato momento. Nunca me disseram que seria fácil crescer, nem ter que dá de cara com um turbilhão de coisas, sentimentos, nem tão pouco emoções, más uma coisa é certa, eu tenho tentado fazer o melhor em tudo, e enquanto a Karol aqui existir, ela fará de tudo pra superar cada problema de cabeça erguida, maquiada e com um belo de um salto alto.