segunda-feira, 21 de maio de 2012

Inadiável.

Era pra ser o dia perfeito. Estava tudo certo. O clima estava bom, o café da manhã hiper impecável e os sorrisos estavam me sufocando. É, eu estava feliz. Fui a igreja, recebi uns 15 abraços, e todos eles por um único propósito, meu aniversário. 
Notei o clima de mistério me cercando, más, optei finjir não estar vendo, afinal, era pra ser uma surpresa. Pausei. A ansiedade e a vontade de ter em vista o que aconteceria estava no controle, más, mesmo assim, sinto que fui uma ótima atriz, e nenhum dos meus atos mostraram quão ansiosa eu estava.
Realmente, foi uma mega surpresa. Toda a família reunida, muitas palavras que mereciam sorrisos e agradecimentos eternos. Músicas, mensagens, amigos e até, um teatro. É, me imitaram bem, no quisito "Karol chata", no entanto, tudo bem, me fez rir, é o que importa. Me desmanchei em lágrimas (pra variar), más, os sorrisos eram incontroláveis. 
Terminou. Fiz os agradecimentos como uma bela anfitriã. Abracei quem proporcionou  meus mais sinceros sorrisos. Más, esse não foi o fim. Quem derá que fosse! 
Fiquei boquiaberta. Ele deveria estar lá. Puxa! Como assim deveria? Já era algo planejado? Programado? Marcado? Más porque faltou? (Queria mesmo todas as respostas para essas perguntas.. más não as tive). 
 Sabe, doeu notar que pra ele não foi um compromisso inadiável. Foi como um dia qualquer, na lista dos 365 dias do ano... Más, que beleza!  Agora sim, todo o sentimento, acabou.



quarta-feira, 16 de maio de 2012

Micro distância

Foi estranho precisar te olhar daquela maneira, más, foi confortante notar a fortaleza  criada dentro de mim. Confesso que as mãos tremeram um pouco, os pés, já naõ eram suficientes para controlar todo o peso do corpo, más, fui firme! Fiquei longe, dei um sorrisinho de leve, só pra não perder o costume,  e me desviei daquele ser que sempre me causou sentimentos tão bons. É provavel que ele tenha achado que meus pensamentos estivessem longes dele e que meus olhos pouco o seguiam naquele local, más, ele foi literalmente desapontado.. Sim, eu tentei não focar somente nele, más, a verdade é que,   pouco estava me importando com as coisas que estavam acontecendo ao redor. Não me importei em saber o horário, nem tão pouco sobre o clima naquele momento. Apesar da distancia entre nós dois (o que eram apenas algumas cadeiras a mais),  eu não conseguia focar em outra coisa. Meu pensamento só o chamava, e chamava.. Más, o que fazer quando o egoísmo e a falta de respostas me moviam? O que eu poderia fazer, se nem mesmo sabia onde ele guardou tudo o que dizia sentir por mim? Ou se ainda havia a possibilidade de existir algo pregado no coração, que o motivava a não desistir de tudo o que prometiamos e que diziamos um para o outro.. Como saber? Como agir? O que falar? Será que apenas um 'oi' não bastava?  Pra ser sincera, bastou sim, foi o suficiente, não apenas o 'oi', más o sorriso que o acompanhou.
 É, preciso de respostas...